quarta-feira, 29 de agosto de 2012

O poder das velas

AOS AMIGOS DA UMBANDA - ESTUDO SOBRE VELAS



PARA QUE SERVEM?
VELAS COLORIDAS?
QUEIMAR EMBAIXO PARA FIXAR?
ACENDER ONDE (DENTRO DE CASA PODE?) (NO ALTO OU NO CHÃO)?
ACENDER VELA DE CABEÇA PARA BAIXO?
COPO D’ÁGUA AO LADO DA VELA? PORQUE?

Dentro da magia universal as velas foram sempre utilizadas na maior parte dos rituais em que se precisa realizar algum contato com forcas superiores ou inferiores, isto, claro, dependendo da moral de quem vai se utilizar das forcas mágicas, já que magia não pode ser distinta de forma especifica em branca ou negra (ou como queira os puristas : Teurgia e Goecia), pois estes aspectos são facetas interiores daquele que pretende mobilizar certas forcas cósmicas. Nos terreiros, há sempre alguma vela acesa. A função da uma vela, que já foi definida como o mais simples dos rituais, é, no seu sentido básico, o de simplesmente repetir uma mensagem, um pedido.
A pessoa se concentra (passo fundamental no ritual de acender velas. O pensamento mal-direcionado, confuso ou disperso pode canalizar coisas não muito positivas ou simplesmente não funcionar. Diz um provérbio chinês: "CUIDADO COM O QUE PEDE, POIS PODERÁ SER ATENDIDO" no que deseja e a função da chama é o de repetir, por reflexo, no astral, à vontade e o pedido do interessado. Existem diversos fatores dentro da magia no tocante ao número de velas a serem acesas e outros detalhes que dizem respeito apenas aos iniciados e mestres. Os verdadeiros médiuns podem se quiserem, ou melhor, ainda, se merecerem, aprender tudo sobre que suas entidades acharem por bem lhes transmitir. Não temos uma noção exata, de quando se iniciou o uso das velas religiosamente, mas seja em uma vela feita em parafina, cera, ou uma LAMPARINA, esta chama possui um calor e luz, e faz assim chamar a nossa atenção para irmos de encontro com o nosso íntimo, buscarmos respostas e entrando em sintonia com os seres que nos são afins...
O ato de acender uma vela deve ser um ato de fé, de mentalização e, concentração para a finalidade que se quer. É o momento em que o médiun faz uma "ponte mental", entre o seu consciente e o pedido ou agradecimentos à entidade, Ser ou Orixá, em que estiver afinizando. Muitas médiuns acendem velas para seus guias, de forma automática e mecânica, sem nenhuma concentração. É preciso que se tenha consciência do que se esteja fazendo, da grandeza e importância (para o médium e Entidade), pois a energia emitida pela mente do médiun, irá englobar a energia ígnea (do fogo) e, juntas viajarão no espaço para atender a razão da queima desta vela. Sabemos que a vida gera calor e que a morte traz o frio. Sendo uma chama de vela cheia de calor, ela tem amplo sentido de vida, despertando nas pessoas a esperança a fé e o amor. Quem usar suas forças mentais com ajuda da "magia” das velas, no sentido de ajudar alguém, irá receber em troca uma energia positiva; mas, se inverter o fluxo de energia, ou seja, se o seu pensamento estiver negativado (pensamentos de ódio, vingança, etc...), e utilizar para prejudicar qualquer pessoa, o retorno será Infalível, e as energias de retorno serão sempre maiores, pois voltarão com as energias de quem as recebeu. A intenção de acendermos uma vela gera uma energia mental no cérebro; e essa energia que a entidade irá captar em seu campo vibratório. Assim, mais uma vez podemos dizer que: NEM SEMPRE A QUANTIDADE ESTÁ RELACIONADA DIRETAMENTE À QUALIDADE, A DIFERENÇA ESTARÁ NA FÉ E MENTALIZAÇÃO DO MÉDIUN.
Desta forma, é inútil acreditar que, podemos "comprar favores” de uma entidade, negociando com um valor maior de quantidade de velas...
Os espíritos captam em primeiro lugar, as vibrações de nossos sentimentos, quer acendamos velas ou não!
Aconselhamos a todos que, ao menos semanalmente acendam uma vela branca (ou sete dias), para seu ANCESTRAL (NUNCA DENTRO DE CASA, MAS SIM NO LOCAL APROPRIADO, SEJA UM IGBALE, OU EM UM LOCAL ESPECIFICO DE EGUNGUN, QUE SE TENHA DENTRO DE SEU TERRENO, OU AINDA, NO CASO DE ANCESTRAL RECENTE, NUMA IGREJA). É uma forma de mantermos um "laço íntimo", de aproximação.
Em paradoxo, aconselhamos que se desejarem acender velas para um ente querido, já desencarnado, o façam em um lugar mais apropriado (cemitério, igreja) e não dentro de vossas casas; isto porque, ao mentalizarmos o desencarnado, estamos entrando em sintonia com ele, fazendo a ponte mental até ele, deixando este espírito literalmente, dentro de nossas casas. O que não seria o correto, pois estaríamos fazendo com que fique mais "preso" ao mundo carnal, atrasando assim a sua evolução espiritual. Agora ao fazermos isso em um local apropriado, estes locais já possuem "equipes de socorristas" e doutrinadores, na qual irão ajudá-lo na compreensão e aceitação de seu desencarne (morte).
Vieram para a Umbanda por influência do Catolicismo. Iluminadas, são pontos de convergência para que o umbandista fixe sua atenção e possa assim fazer sua rogação ou agradecimento ao espírito ou Orixá a quem dedicou. Ao iluminá-las, homenageia-se, reforçando uma energia que liga, de certa forma, o corpo ao espírito.
Acho que um trecho merece especial destaque:
Muitas médiuns acendem velas p/ seus guias, de forma automática e mecânica, sem nenhuma concentração. É preciso que se tenha consciência do que se esteja fazendo, da grandeza e importância (p/ o médiun e Entidade), pois a energia emitida pela mente do médiun, irá englobar a energia ígnea (do fogo) e, juntas viajarão no espaço p/ atender a razão da queima desta vela.
Depois de um tempo, alguns médiuns começam a acender velas pros guias e orixás, nas firmezas de início de trabalho, por exemplo, de forma quase que mecânica. Como acaba se tornando uma rotina, alguns esquecem, mesmo, que cada vez que se acende uma vela, se está praticando um pequeno ritual. Assim, é super importante manter a concentração naquele momento e, sobretudo, a fé. Se o ato de acender uma vela é a abertura de um canal com o guia ou orixá, certamente a forma como ela vai ser acesa estabelece as condições desse canal. Quando a vela está relacionada a um pedido em especial, mais uma vez a fé e a concentração são essenciais. Podem, mesmo, significar a diferença entre se obter o resultado almejado ou não. Quando acendemos uma vela a imantamos mentalmente com uma determinada intenção acompanhada de sentimentos a qual passa a ser uma fonte emissora repetitiva desta intenção e sentimento enquanto acesa. Ocorre que por vezes espíritos em condições ainda sofríveis e necessitando de auxílio podem ali se achegar tanto para tentar absorver parte desta emissão ou na esperança que se alguém conseguiu ali alguma ajuda ou alívio poderia eles também adquirir esta graça. Não que tenham más intenções, mas a simples presença deles (ou um apenas) por estarem ainda em desequilíbrio podem afetar a harmonia do ambiente. Portanto é mais fácil evitar-se tal prática do que estar sempre sujeito a doutrinar constantemente tais espíritos visto que em nossa casa não é o local propício para tal prática caritativa até por segurança.Explicasse aí as restrições feitas pela parte da Espiritualidade que atua junto ao Kardecismo quanto a evocações com intenções de doutrinação em reuniões familiares, pois bem, o acender velas é uma forma de evocação inconsciente também. As velas acesas fora de casa não trazem quaisquer problemas de ordem espiritual; Nossos lares, desde que respeitando o mínimo de harmonia e equilíbrio, possuem uma proteção natural advinda da Espiritualidade que impedem o acesso de espíritos ainda em perturbação espiritual de qualquer nível. O uso magístico das velas remonta desde os tempos antigos o qual a Igreja Católica combateu veemente com Tertuliano (200 DC) e Lactâncio (300 DC) por acreditarem ser um costume pagão só aparecendo nos altares a partir do século 4 até chegar ao uso popular motivado pelas mais diversas banalidades. Também foi a forma que religiosos da Idade Média adotaram para desacreditar os poucos conhecedores de sua magia, pois assim como o ditado “quem conta um conto aumenta um ponto", os leigos acrescentariam infantilidades e absurdos como também retirariam conceitos valiosos e indispensáveis, porque a Igreja já perdia seu feudo intelectual (lembremos de Galileu, Copérnico e dos contatos com povos com culturas diferentes dos europeus) e como todo ensinamento esotérico é oral, esta seria a forma ideal de deturpar tais ensinamentos. Resultado disto foi o uso indiscriminado das velas onde talvez 90% dele é totalmente inócuo sem qualquer resultado, 8% com resultados parciais e 2% com sua eficiência máxima. Um ponto interessante de se ressaltar é que as velas (lucernae) também são conhecidas por candeias e o dia consagrado as candeias é 2 de fevereiro (lembram da Festa da Candelária que se festeja Nossa Senhora das Candeias que também existe o sincretismo com Yemanjá onde vários pontos falam da "estrela brilhar no alto mar"? As velas ou candeias sempre foram representações da luz das estrelas na Terra.) As chamas das velas sempre tiveram vários significados: A luz divina, a luz do conhecimento que dissipa as trevas da ignorância, a luz que guia os desencarnados,o fogo purificador com o poder de consumir as energias negativas, o símbolo da letra Hebraica IOD que representa Deus, etc. Quanto as velas ou lamparinas para Ancestral, e Orixás ( na umbanda) existe uma diferença embora Eles situam-se no mesmo plano evolucional.
As velas para Anjos da Guarda (ISSO NA UMBANDA, POIS NA RELIGIÃO DOS ORISAS O QUE OCUPA ESSE ESPAÇO SERIA ORI, E ORI NÃO RECEBE VELAS) são invariavelmente de cor branca podendo ser acesas no interior de nossas casas; Já na Umbanda, as velas para Orixás devem-se respeitar as cores em que vibram e somente acendemos no interior de nossas casas se possuímos um Altar com a representatividade Deles (sejam imagens ou elementos naturais - pedra> Xangô - ferro>Ogum - água de cachoeira> Oxum, etc.) devidamente entronizada, caso contrário devem ser acesas nos campos vibratórios de cada um (Xangô>pedreira - Ogum> centro de encruzilhadas - Oxum> cachoeiras, rios ou lagos - etc). NA UMBANDA quando você acende velas para Orixás ou é como oferenda ou como obrigação e por isso tanto uma como outra só é bem feita, quando obedecemos aos rituais e normas do Sagrado, pois mesmo que tenhamos a melhor das intenções ela não modificará o fato que se deitando uma oferenda ou obrigação de forma e/ou locais errados terá sido em vão. Poucas pessoas fazem a entronização das imagens em um Altar particular já que em casa não há como firmar os pontos de segurança e irradiação, comuns e necessários nos Templos sérios e honestos, porém inviáveis em solo não sagrado e fundamentado. Daí salientamos que em casa devemos ter imagens devidamente cruzadas pelo Mentor Espiritual do Templo; Desta forma as imagens deixam de ser peças decorativas sendo assim entronizadas como parte do Sagrado em nosso lar e além da vela de Anjo de Guarda, a vela direcionada ao Criador assume a função de "ponto de luz irradiante individual" e/ou "ponto de luz irradiante ambiental" e não de "ponto de luz atrativo" ou "ponto de luz emissor magnetizado".
IRRADIANTE INDIVIDUAL = Serve de ponte entre o ápice da Espiritualidade Superior e para a pessoa que acende ou para quem se acende, onde a energia enviada do Astral Superior irradia na direção da Coroa de quem acendeu ou da Coroa para quem se acendeu.
IRRADIANTE AMBIENTAL = Serve também de ponte só que a energia irradia na direção do ambiente (é o caso da vela acesa no topo do altar dos Templos).
ATRATIVO= Obedecendo algumas regras magisticas servem para invocar.
EMISSOR MAGNETIZADO = São as velas que acendemos para efetuar pedidos, agradecimentos ou intenções.
Assim como os adeptos e Guias da Umbanda fazem o uso adequado das velas no sentido da caridade, da gratidão e da solicitação de ajuda, existem aqueles que em locais duvidosos distantes das práticas morais elevadas também fazem uso delas para práticas condenáveis que visam o prejuízo do próximo onde a prática da magia negra é comum como por exemplo, no quase extinto Banguelê onde fabricam as velas manualmente à base de gorduras de determinados animais, pavios à base de crinas, cabelos, cipós e/ou raízes para que em conjunto com conjuros e sinais traçados atentam contra a integridade física e/ou espiritual de alguém .
Velas coloridas relacionam diretamente com a Linha que a Entidade que trabalha da mesma forma que as pembas. O seu uso depende das normas ritualísticas do Templo que pode adota-las frequentemente, em ocasiões especiais ou sequer utiliza-las. A correspondência cor-Orixás e falanges com algumas variações normalmente são:
Oxalá= Branca
Oxossi= Verde
Xangô= Marrom
Ogum=Vermelha
Yemanjá= Azul
Oxum= Azul
Iansã= Amarela
Omolú=Branca
Nana = Roxa
Ibeji= Rosa
Ossain= Amarela
Pretos Velhos = Branca, Azul.
Caboclos= Verde, Marrom, Vermelha, Amarela, Branca
Marinheiros= Azul, Branca
Boiadeiros= Marrom, Verde, Roxa, Branca
Baianos= Marrom, Branca
Orientais = Amarela, Branca
Exus= Vermelha, Preta,Branca

O melhor lugar pra acender velas pra Orixás reverenciados na Umbanda seja o reino de cada um. Só que, infelizmente, nem sempre isso é possível.

1 - Digamos que alguém não tenha um altar devidamente preparado em casa (com os elementos próprios, como mencionado no texto), quais as implicações de acender velas pros seus orixás dentro de casa? Se houver concentração e fé por parte de quem oferece/acende a vela, ainda assim ela se tornará um ponto de atração para algum espírito necessitado de ajuda?
2 - E se, nas mesmas condições, a vela for acesa por um médium que tem suas próprias firmezas, rituais, etc?
3 – Em alguns terreiros orienta-se que, quando a pessoa (que não tenha suas firmezas) for acender uma vela sem que tenha sido por ordem/pedido de uma entidade, que acenda somente a de cor branca. Qual a interferência da cor, se houver, nesse caso?

Acredito que a vela para o Orixá é como para o Anjo da Guarda, ou seja, uma vez acesas dentro de casa num local acima de nossas cabeças não haveria qualquer problema porque o canal vibratório de comunicação pessoa-Anjo ou Orixá não seria atrativo devido ao alto teor espiritual. Pode partir (iniciar) de um ser imperfeito (nós), porém é dirigida a um plano espiritual de altíssima elevação e creio que por isso possa não só ser percebido astralmente por espíritos em desequilíbrio como também agiria como uma defesa natural para nosso lar.
Creio também que nas condições descritas, a vela branca é sempre a mais indicada. Contudo o mais prudente de nossa parte é sempre nos aconselharmos junto ao Mentor Espiritual de um Templo (Guia Chefe) sobre para quem, quando, como, com que frequencia e de que tipo de vela podemos acender; Afinal, se estamos em um Templo, parte de nossa segurança é promovida também pelos Guias responsáveis por ele e tenho a certeza absoluta que esses dedicados e amorosos Guias terão a maior disposição e satisfação em orientar-nos. São os Guias os nossos verdadeiros Mestres que sabem com exatidão o que é melhor para nós. Posso eu aqui encontrar um milhão de impedimentos e se um Guia disser "faça que eu protejo", simplesmente meu um milhão de impedimentos perdem totalmente seu valor. Lógico que aqui falo de Guias que manifestam nos Templos sérios e honestos de nossa querida Umbanda.

ENTÃO QUANDO DIZ SER DESACONSELHÁVEL ACENDER AS VELAS EM CASA, REFERE-SE A ENTIDADES?
Isso levanta uma questão interessante: até que ponto a concentração e fé de quem acende a vela influencia e até que ponto ela, por si, não é suficiente para que se atinja o fim desejado (ou para que quem receba a referida vela seja aquele a quem a dirigimos)?
De um lado, você tem a concentração e a fé (não dá pra dispensar essa, já que pode ser fator decisivo), mas de outro tem a abertura de canais, a preparação do médium com as suas firmezas e demais rituais.
Com certeza o ideal é que se tenha as duas coisas, mas me pergunto qual o peso de um e de outro nesse momento.

O SIGNIFICADO DAS VELAS
As cores vibram em diferentes freqüências energéticas, e têm significados simbólicos que podem mudar de acordo com a religião, a cultura, o país e as crenças pessoais. Listamos aqui alguns dos significados associados às cores:
• A vela azul deve ser acesa quando se deseja adquirir calma, serenidade, sabedoria, desenvolver e trabalhar poderes paranormais, sensitividade, intuição e ter expansão nos projetos.
• A vela amarela deve ser acesa quando há necessidade de cura energética, clarear a mente, abrir o intelecto, firmar os pensamentos, desenvolver a espiritualidade e ocorrer mudanças rápidas das situações.
• A vela branca representa a pureza e sinceridade. É utilizada para obtermos paz de espírito, harmonia, equilíbrio em nossas casas. Acende-se quando se deseja paz, limpeza, cura, reconciliação, harmonia e iluminação.
• A vela laranja deve ser acesa para ter força mental, aumentar a confiança, a criatividade, o entusiasmo, o poder de atração e obter sucesso nos empreendimentos.
• A vela violeta ou lilás deve ser acesa quando há necessidade de transmutar as energias, transformar negatividade, ter inspirações, aumentar a intuição, combater o "stress" e acalmar-se.
• A vela rosa representa a beleza, o amor, a moralidade. Deve ser usada em assuntos amorosos para fortificar relacionamentos afetivos. Boa cor para realizar os desejos do campo emocional e afetivo.
• A vela verde simboliza a calma, a tranqüilidade e o equilíbrio. Deve ser acesa quando se desejar a cura física e espiritual, fertilidade, estabilidade e abundância.
• A vela vermelha deve ser acesa quando se precisa de coragem, ânimo, determinação, força, ação, dinamismo, vigor, proteção, conquistar e liderar assuntos relacionados à matéria, trabalho e dinheiro, para que se tenha triunfo e evolução rápida dos acontecimentos.

MENSAGENS DAS VELAS

Ao acender uma vela, é possível identificar algumas mensagens:
Vela que não acende prontamente:
Indica que a entidade invocada pode estar tendo dificuldades para ancorar. O astral ao seu redor pode estar "poluído ou carregado".
Vela queimando com chama azulada:
A entidade invocada demonstra que, devido às circunstancias, seu pedido terá algumas mudanças. Está lhe pedindo paciência, pois a realização de seu desejo já está à caminho.
Vela queimando com chama amarelada:
A sua felicidade está próxima.
Vela queimando com chama vermelha:
O seu pedido está sendo realizado.
Vela queimando com chama brilhante:
Você está tendo êxito no seu pedido.
Chama que levanta e abaixa:
Você está pensando em várias coisas ao mesmo tempo. Sua mente pode estar um pouco tumultuada. Alerta para firmar o seu pedido.
Chama que solta fagulha no ar:
A entidade invocada colocará alguém no seu caminho para comunicar o que você deseja. Poderá ter algum tipo de desapontamento antes do seu pedido ser realizado. Antes do seu pedido se realizar, você sofrerá algum pequeno aborrecimento.
Chama que parece uma espiral:
Seus pedidos serão alcançados, a entidade invocada já está levando sua mensagem. Mas, cuidado, não faça comentários de seus desejos, pois tem gente por perto querendo atrapalhar os seus pedidos.
Pavio que se divide em dois:
Seu pedido foi feito de forma duvidosa, tente novamente.
Ponta de pavio brilhante:
Sorte e sucesso no seu pedido.
Vela que chora muito:
A entidade invocada sente dificuldades em realizar o seu pedido. Pois, você está muito emotivo, e sem forças.
Sobra um pouco de pavio e a cera fica em volta:
A entidade invocada pede mais oração.
Se a vela apaga, depois de acesa (sem vento por perto):
A entidade invocada ajudará na parte mais difícil do pedido, o resto cabe a você resolver. Acenda mais duas velas, para reforçar o pedido.
Chama enfraquecida:
É preciso reforçar o seu pedido.
Chama que permanece baixa:
De tempo ao tempo, pois esta não é a hora certa para receber o que tanto deseja. Indica que você não está bem, e há necessidade de elevar rapidamente o seu astral.
Chama que vacila:
Indica que o pedido se realizará, mas antes ocorrerá alguma transformação necessária. Quando se acende mais de uma vela e uma das chamas está mais brilhante do que as outras: Indica boa sorte.
Quando se acende mais de uma vela e, todas as chamas ESTÃO altas e brilhantes:
Erga as mãos para o céu e agradeça pela benção que está recebendo em seu pedido.Quando a vela queima por inteiro: seu pedido foi plenamente aceito.
Quando a vela forma uma ESPÉCIE de escada ao lado Indica que seu pedido está se concretizando.
Quando a vela termina de queimar e sobra cera esparramada no prato, sem queimar É sinal que você precisa acender novamente o que sobrou, pois existem energias negativas atrapalhando. Quando terminar de queimar, então acenda outra e agradeça a entidade invocada.

OBS. IMPORTANTE: NA RELIGIÃO TRADICIONAL AFRICANA NÃO UTILIZAMOS VELAS PARA ORISAS, E ESPORADICAMENTE USA-SE LAMPARINAS. EXCETO PARA ANCESTRAIS, ONDE USAMOS AS VELAS OU LAMPARINAS DE ACORDO COM ALGUMAS EXPLICAÇÕES ACIMA.
(Ifakemi Ogunsi)



Autor desconhecido – Adaptado por Ifakemi Ogunsi

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